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| − | Depois de um longo período de supremacia nas carabinas, com nove títulos nacionais consecutivos por equipas em Carabina de Ar Comprimido até [[Tiro 1995|1995]], o Sporting tinha vindo a perder terreno, e em 1997 não conquistou nenhum título oficial. A equipa assentava num grupo restrito de atiradores, [[Mário Serafim]], [[Rui Alves (Tiro)|Rui Alves]] e [[Sérgio Costa]], que tinham começado a competir ainda juniores e que, com o avançar da vida profissional, deixaram de ter tempo para treinar e competir com regularidade. Durante vários anos a secção tinha tido pouca atividade na formação, pelo que não havia atiradores para os substituir. A secção não tinha patrocinador, durante anos os atiradores pagaram do seu bolso as munições e a maior parte das armas eram suas, e os principais adversários eram as equipas da PSP, da GNR e do Exército, com um vasto campo de recrutamento e condições de treino que o Sporting não podia igualar. | + | Depois de um longo período de supremacia nas carabinas, com nove títulos nacionais consecutivos por equipas em Carabina de Ar Comprimido até [[Tiro 1995|1995]], o Sporting tinha vindo a perder terreno, e em 1997 não conquistou nenhum título oficial. Os atiradores da velha guarda já não estavam em atividade, e a equipa assentava num grupo restrito de atiradores, [[Mário Serafim]], [[Rui Alves (Tiro)|Rui Alves]] e [[Sérgio Costa]], que tinham começado a competir ainda juniores e que, com o avançar da vida profissional, deixaram de ter tempo para treinar e competir com regularidade. Durante vários anos a secção tinha tido pouca atividade na formação, pelo que não havia atiradores para os substituir. A secção não tinha patrocinador, durante anos os atiradores pagaram do seu bolso as munições e a maior parte das armas eram suas, e os principais adversários eram as equipas da PSP, da GNR e do Exército, com um vasto campo de recrutamento e condições de treino que o Sporting não podia igualar. |
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| | A resposta da secção foi a aposta na formação. A escola de tiro, iniciada sob o patrocínio da Federação Portuguesa de Tiro, ao abrigo do protocolo pelo qual o Sporting cedia a sua carreira de tiro em troca de apoio técnico e equipamento desportivo, começou a dar os primeiros frutos, com atiradores como Daniel Freitas, que se apurou para a final do Campeonato Nacional de Carabina de Ar Comprimido, e o jovem João Xavier em carabina, e Rui Delgado em pistola. No final do ano, Rui Ramalho apontava como objetivo para [[Tiro 1998|1998]] renovar o grupo de atiradores, para que o Sporting voltasse a ter a supremacia que noutros tempos mantivera no tiro nacional. | | A resposta da secção foi a aposta na formação. A escola de tiro, iniciada sob o patrocínio da Federação Portuguesa de Tiro, ao abrigo do protocolo pelo qual o Sporting cedia a sua carreira de tiro em troca de apoio técnico e equipamento desportivo, começou a dar os primeiros frutos, com atiradores como Daniel Freitas, que se apurou para a final do Campeonato Nacional de Carabina de Ar Comprimido, e o jovem João Xavier em carabina, e Rui Delgado em pistola. No final do ano, Rui Ramalho apontava como objetivo para [[Tiro 1998|1998]] renovar o grupo de atiradores, para que o Sporting voltasse a ter a supremacia que noutros tempos mantivera no tiro nacional. |
Revisão das 18h32min de 16 de outubro de 2026
Sem títulos
A secção era coordenada por Rui Romão Ramalho, com Manuel Correia da Costa, que era também o treinador, João Nunes, Rui Alves, Artur Pinto Torres e José Jacques Pena como seccionistas. Bernardino de Melo Bandeira era o diretor-coordenador de várias modalidades amadoras, entre as quais o Tiro à Bala.
Depois de um longo período de supremacia nas carabinas, com nove títulos nacionais consecutivos por equipas em Carabina de Ar Comprimido até 1995, o Sporting tinha vindo a perder terreno, e em 1997 não conquistou nenhum título oficial. Os atiradores da velha guarda já não estavam em atividade, e a equipa assentava num grupo restrito de atiradores, Mário Serafim, Rui Alves e Sérgio Costa, que tinham começado a competir ainda juniores e que, com o avançar da vida profissional, deixaram de ter tempo para treinar e competir com regularidade. Durante vários anos a secção tinha tido pouca atividade na formação, pelo que não havia atiradores para os substituir. A secção não tinha patrocinador, durante anos os atiradores pagaram do seu bolso as munições e a maior parte das armas eram suas, e os principais adversários eram as equipas da PSP, da GNR e do Exército, com um vasto campo de recrutamento e condições de treino que o Sporting não podia igualar.
A resposta da secção foi a aposta na formação. A escola de tiro, iniciada sob o patrocínio da Federação Portuguesa de Tiro, ao abrigo do protocolo pelo qual o Sporting cedia a sua carreira de tiro em troca de apoio técnico e equipamento desportivo, começou a dar os primeiros frutos, com atiradores como Daniel Freitas, que se apurou para a final do Campeonato Nacional de Carabina de Ar Comprimido, e o jovem João Xavier em carabina, e Rui Delgado em pistola. No final do ano, Rui Ramalho apontava como objetivo para 1998 renovar o grupo de atiradores, para que o Sporting voltasse a ter a supremacia que noutros tempos mantivera no tiro nacional.
Tiro à Bala
Não temos informação sobre os Campeonatos Distritais de armas de ar comprimido, que deverão ter ocorrido em janeiro e fevereiro.
No Campeonato Nacional de Carabina de Ar Comprimido, Mário Serafim, Daniel Freitas, Sérgio Costa e Rui Alves apuraram-se para a final na primeira prova classificativa, em fevereiro, que o Serafim venceu com 567 pontos.
No Torneio do «Dia Olímpico», organizado em junho pela Federação Portuguesa de Tiro, Mário Serafim venceu em Carabina de Ar Comprimido, com 558 pontos, apesar de não ter tido oportunidade de treinar. José Jacques Pena foi 3º em Pistola de Velocidade.
Não temos informação sobre as provas disputadas entre julho e outubro.
Na 2ª prova do Campeonato Nacional de Pistola de Ar Comprimido, em novembro, no Estádio Nacional, o Sporting foi 2º por equipas, com José Jacques Pena em 5º lugar individual.
Na final do Campeonato Nacional de Carabina de Ar Comprimido, em dezembro, no Estádio Nacional, o Sporting foi 2º por equipas, com Mário Serafim, Daniel Freitas e Sérgio Costa, já que Rui Alves, também apurado, não pôde competir por incapacidade física temporária. Mário Serafim foi 3º individualmente.
Figuras
Secção
Atiradores
| Atirador
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Atirador
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| Tiro à Bala
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| Mário Serafim |
Carabina, 1ª cat. |
Rui Alves |
Carabina, Mestre Atirador
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| Sérgio Costa |
Carabina, 1ª cat. |
Daniel Freitas |
Carabina, 1ª cat.
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| Alexandre Mourinha |
Carabina, 2ª cat. |
João Xavier |
Carabina, juniores
|
| José Jacques Pena |
Pistola, Mestre Atirador |
Eduardo Paiva |
Pistola, 1ª cat.
|
| António Justo |
Pistola, 1ª cat. |
João Nunes |
Pistola, 1ª cat.
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| Jorge Sousa |
Pistola, 1ª cat. |
Rui Delgado |
Pistola, 2ª cat.
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| Nuno Silvério |
Pistola, 2ª cat. |
Nuno Lourido |
Pistola
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Troféus conquistados
Tiro à Bala
Outras provas
Links
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