O Sporting conquistou a 13ª Supertaça da sua história, ao vencer o SL Benfica num jogo muito equilibrado, disputado no Pavilhão de Desportos de Vila do Conde.
Apesar do magro score ao intervalo a primeira parte do encontro foi jogada em alta intensidade com cada a bola a ser disputada como se fosse a última do desafio. Num jogo que como se diz na gíria estava "rasgadinho", não foi de admirar os seis cartões amarelos exibidos pela equipa de arbitragem.
Coube a Tomás Paçó a honra de inaugurar o marcador, na sequência de uma jogada do Sporting a bola acabou por ressaltar de Rocha para o número quatro leonino, que rematou forte para o fundo das redes, por entre os apoios de Léo Gugiel.
Quando já se pensava que os Leões iriam para o intervalo em vantagem eis que Afonso Jesus, a passe de Rúben Góis, restabelece a igualdade.
Na segunda metade, a intensidade diminuiu em prol de um jogo mais calculista e onde foi clara a preocupação das equipas em não errar.
A última oportunidade de evitar o prolongamento esteve nos pés de Felipe Rufino, que por muito pouco não bateu André Correia, guarda-redes que foi alternando ao longo do encontro a responsabilidade de segurança das redes encarnadas com Léo Gugiel.
No prolongamento, o Sporting entrou decidido a resolver a contenda e marcou dois golos de rajada em cima do términos da primeira parte.
Os encarnados não se deram por vencidos e na segunda metade do prolongamento responderam jogando em cinco contra quatro, com Pany Varela a reduzir a diferença e levando a dúvida sobre o resultado até ao final da partida.
Tomás Paçó foi galardoado com o prémio de MVP da Supertaça, distinção atribuída pelos jornalistas presentes no Pavilhão.
De igual modo, Bernardo Paçó foi distinguido com o prémio de melhor guarda-redes.
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Jornada
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Jogo
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Resultado
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Ficha de jogo
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| 05-09-2026 |
Final |
SL Benfica – SPORTING |
2 – 3 (a.p.) |
Ficha
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