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| | O VAR voltou a ser determinante para a campanha europeia do Sporting, pois foi com a ajuda do vídeoárbitro que aos 77 minutos foi assinalada uma grande penalidade por mão de Bjorkan, que Luis Suárez converteu com frieza, igualando a eliminatória. | | O VAR voltou a ser determinante para a campanha europeia do Sporting, pois foi com a ajuda do vídeoárbitro que aos 77 minutos foi assinalada uma grande penalidade por mão de Bjorkan, que Luis Suárez converteu com frieza, igualando a eliminatória. |
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| − | O 4-0 ainda esteve à vista várias vezes, principalmente quando [[Nuno Santos]] atirou ao poste, pelo que o prolongamento acabou por ser um castigo imerecido para os Leões, mas aí, mais uma vez, o Sporting continuou a ser demolidor desde o primeiro momento. Bastaram 2 minutos para que [[Maxi Araújo]] coroasse a sua grande exibição com o golo que consumava a reviravolta e embora ainda faltasse muito tempo para o apito final, a esperada reação dos noruegueses foi completamente abafada pela garra dos Leões que à beira do fim chegaram ao 5-0, com uma bomba do jovem [[Rafael Nel]] que aproveitou da melhor forma uma recuperação de bola de [[Daniel Bragança]], numa altura em que o Bodø/Glimt já estava completamente deconjuntado. | + | O 4-0 ainda esteve à vista várias vezes, principalmente quando [[Nuno Santos]] atirou ao poste, pelo que o prolongamento acabou por ser um castigo imerecido para os Leões, mas aí, mais uma vez, o Sporting continuou a ser demolidor desde o primeiro momento. |
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| − | Estava consumada a prometida reedição dos históricos [[5-0 ao Manchester United]], que permitia ao Sporting marcar presença nos quartos de final da principal competição europeia de clubes pela segunda vez na sua história. | + | Bastaram 2 minutos para que [[Maxi Araújo]] coroasse a sua grande exibição com o golo que consumava a reviravolta e embora ainda faltasse muito tempo para o apito final, a esperada reação dos noruegueses foi completamente abafada pela garra dos Leões, que à beira do fim chegaram ao 5-0, com uma bomba do jovem [[Rafael Nel]], que aproveitou da melhor forma uma recuperação de bola de [[Daniel Bragança]], numa altura em que o Bodø/Glimt já estava completamente deconjuntado. |
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| | + | Estava consumada a prometida reedição dos históricos [[5-0 ao Manchester United]], que permitia ao Sporting pela segunda vez na sua história, marcar presença nos quartos de final da principal competição europeia de clubes, lado a lado com Paris Saint Germain, Real Madrid, Bayern Munique, Arsenal, Barcelona, Liverpool e Atlético Madrid. |
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Edição atual desde as 15h37min de 30 de março de 2026
Na época 2025/26 o Sporting conseguiu um histórico apuramento direto para os oitavos de final da Liga dos Campeões, ao terminar no 7º lugar da 1ª fase da prova, que se disputava pela segunda vez num novo modelo em que as equipas faziam 8 jogos na denominada fase de liga, antes de se entrar nos jogos a eliminar.
O Sporting entrava assim na restrita elite do futebol europeu em conjunto com Arsenal, Bayern Munique, Liverpool, Tottenham, Barcelona, Chelsea e Manchester City, ficando à espera do resultado dos play-offs para conhecer o seu adversário nos oitavos de final, que viria a ser o sensacional Bodø/Glimt da Noruega, que tinha acabado de eliminar o Inter de Milão vencendo os dois jogos dessa eliminatória, depois de na fase inicial ter derrotado o Manchester City e o Atlético de Madrid.
Era o confronto entre as duas equipas surpresa desta Liga dos Campeões: o Sporting por ter ficado entre os 8 primeiros classificados da primeira fase e o Bodø/Glimt pelos resultados que vinha a obter nas últimas épocas, que o tornava numa espécie de conto de fadas do futebol europeu, que a todos encantava.
No primeiro jogo disputado na Noruega o Sporting sofreu uma pesada derrota por 3-0 e, apesar de atenuantes como um pénalti muito forçado que abriu o marcador, o clima agreste do ártico, o relvado sintético e a ausência de dois jogadores importantes como Pedro Gonçalves e Maxi Araújo, a exibição foi demasiado pobre, valendo muitas críticas às opções do treinador.
Virar um resultado de 3-0 era considerada uma missão quase impossível, mas Rui Borges acreditou e fez o grupo acreditar, enquanto a estrutura do futebol leonino tratava de conseguir o adiamento do jogo do Campeonato com o Tondela, de forma a dar uma semana limpa para o treinador recuperar e trabalhar a equipa, ao mesmo tempo que o departamento de comunicação aglutinava os adeptos de para se criar um ambiente verdadeiramente leonino no Estádio José Alvalade cuja lotação esgotou para o jogo que se disputou no dia 17 de Março de 2026.
O Sporting jogou a um ritmo alucinante desde o apito inicial do árbitro, de tal forma que aos 14 minutos já a eliminatória poderia estar empatada. Ainda houve tempo para um susto, quando Hogh em boa posição atirou fraco e ao lado, até que o golo surgiu aos 34 minutos, na sequência de um canto, com Gonçalo Inácio a cabecear para o fundo da baliza de Haikin, dando o combustível de que a equipa necessitava para manter a chama acesa.
Foi também na sequência de um canto que perto do final da 1ª parte Alvalade estremeceu, quando a bola bateu duas vezes na barra da baliza de Rui Silva, mas acabou aí a reação do Bodo e o intervalo chegou com um resultado que sabia a pouco, até porque se esperava que o fator físico pesasse a favor dos noruegueses.
No entanto, não foi isso que aconteceu. O Sporting manteve o ritmo na 2ª parte, aniquilando por completo o Bodø/Glimt e quando, aos 61 minutos, Pedro Gonçalves fez o 2-0, aproveitando um passe de morte de Luis Suárez, a reviravolta começou a desenhar-se no horizonte do Estádio José Alvalade.
O VAR voltou a ser determinante para a campanha europeia do Sporting, pois foi com a ajuda do vídeoárbitro que aos 77 minutos foi assinalada uma grande penalidade por mão de Bjorkan, que Luis Suárez converteu com frieza, igualando a eliminatória.
O 4-0 ainda esteve à vista várias vezes, principalmente quando Nuno Santos atirou ao poste, pelo que o prolongamento acabou por ser um castigo imerecido para os Leões, mas aí, mais uma vez, o Sporting continuou a ser demolidor desde o primeiro momento.
Bastaram 2 minutos para que Maxi Araújo coroasse a sua grande exibição com o golo que consumava a reviravolta e embora ainda faltasse muito tempo para o apito final, a esperada reação dos noruegueses foi completamente abafada pela garra dos Leões, que à beira do fim chegaram ao 5-0, com uma bomba do jovem Rafael Nel, que aproveitou da melhor forma uma recuperação de bola de Daniel Bragança, numa altura em que o Bodø/Glimt já estava completamente deconjuntado.
Estava consumada a prometida reedição dos históricos 5-0 ao Manchester United, que permitia ao Sporting pela segunda vez na sua história, marcar presença nos quartos de final da principal competição europeia de clubes, lado a lado com Paris Saint Germain, Real Madrid, Bayern Munique, Arsenal, Barcelona, Liverpool e Atlético Madrid.
To-mane (discussão) 15h26min de 30 de março de 2026 (WEST)
Ficha do Jogo