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| | + | No Pavilhão de Alvalade, o [[Sporting]] recebeu o Vilaverde, equipa da II Divisão, e venceu por 1-0 na primeira mão dos quartos de final da Taça «Comunicação Social», perante muito público e num jogo emotivo, com o resultado incerto até ao fim. O Vilaverde mostrou ser uma equipa muito aguerrida e, com marcação individual, dificultou o esquema leonino, produzindo aquele futebol «chato» do «não jogar, nem deixar jogar», com Paulo Jorge, António José e Ezequiel em destaque, num conjunto que, com alguma sorte, justificou o resultado curto. |
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| | + | Séninho e Ruca foram os esteios dos leões, que pecaram na finalização. A primeira parte, muito equilibrada, terminou sem golos, por culpa da fraca pontaria leonina; no segundo tempo Ruca inaugurou o marcador aos 27 minutos, o que fazia prever mais golos, mas eles não vieram. O Vilaverde teve a sua ocasião mais flagrante aos 40 minutos, quando João cabeceou à trave da baliza de José Belo. Henrique Ribeiro, auxiliado por Francisco Portanova, teve uma arbitragem medíocre mas sem influência no resultado. |
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| | Ao intervalo 0-0 | | Ao intervalo 0-0 |
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| | Ver também o jogo da 2ª mão: [[1992-03-05 Vila Verde – SPORTING (futsal)]] | | Ver também o jogo da 2ª mão: [[1992-03-05 Vila Verde – SPORTING (futsal)]] |
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Edição atual desde as 13h10min de 25 de outubro de 2026
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Época Futsal 1991/92
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Competição:
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Taça Comunicação Social
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Pavilhão:
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Pavilhão de Alvalade
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Jornada: |
Quartos de Final - 1ª Mão |
Público: |
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Data: |
quarta-feira, 19 de Fevereiro de 19921992-02-19T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
Henrique Ribeiro e Francisco Portanova
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História do jogo
No Pavilhão de Alvalade, o Sporting recebeu o Vilaverde, equipa da II Divisão, e venceu por 1-0 na primeira mão dos quartos de final da Taça «Comunicação Social», perante muito público e num jogo emotivo, com o resultado incerto até ao fim. O Vilaverde mostrou ser uma equipa muito aguerrida e, com marcação individual, dificultou o esquema leonino, produzindo aquele futebol «chato» do «não jogar, nem deixar jogar», com Paulo Jorge, António José e Ezequiel em destaque, num conjunto que, com alguma sorte, justificou o resultado curto.
Séninho e Ruca foram os esteios dos leões, que pecaram na finalização. A primeira parte, muito equilibrada, terminou sem golos, por culpa da fraca pontaria leonina; no segundo tempo Ruca inaugurou o marcador aos 27 minutos, o que fazia prever mais golos, mas eles não vieram. O Vilaverde teve a sua ocasião mais flagrante aos 40 minutos, quando João cabeceou à trave da baliza de José Belo. Henrique Ribeiro, auxiliado por Francisco Portanova, teve uma arbitragem medíocre mas sem influência no resultado.
Ao intervalo 0-0
Ver também o jogo da 2ª mão: 1992-03-05 Vila Verde – SPORTING (futsal)
Vídeos do jogo
Imagens do jogo