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| | + | No Pavilhão Municipal de Leiria, perante cerca de três mil espectadores, o [[Sporting]] sagrou-se campeão nacional de futebol de cinco, ao vencer o Esperança Viva, de Paredes, vencedor da Série A, por 7-3, num resultado que não deixa dúvidas sobre a justiça do triunfo. |
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| | + | Foi o primeiro ano do Campeonato Nacional sob a égide da Federação Portuguesa de Futebol, que sucedia à Taça Nacional, e o [[Sporting]] inscreveu o seu nome na lista de vencedores, no fim de uma temporada desgastante. Em Leiria estiveram muitos sportinguistas, sobretudo do Núcleo local, alguns elementos da «Torcida Verde» e um numeroso contingente de apoiantes do Esperança Viva, o que tornou o ambiente ainda mais quente. |
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| | + | O [[Sporting]] foi superior desde o início, com maior iniciativa atacante, e Paulo Mendes, na sequência de um livre direto, inaugurou o marcador aos 2 minutos, ganhando grande confiança. A superioridade leonina assentava numa maior consistência de jogo, numa superior capacidade técnica e tática e numa maior organização, bem patente nas jogadas de bola parada, trabalhadas em múltiplos esquemas, enquanto o Esperança Viva as deixava ao sabor da inspiração individual. Seguiram-se três golos nos primeiros quinze minutos, por Pedro Rodrigues (5), Pedro Miguel (6) e Paulo Henrique (12), alguns de bola parada, e só alguma displicência permitiu falhar mais golos certos. O Esperança Viva reduziu para 4-1, por Rui Quintas, aos 19 minutos, numa altura em que o [[Sporting]] estava reduzido a quatro elementos, em «triângulo», mas os Leões voltaram a ficar completos e não permitiram mais veleidades até ao intervalo. |
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| | + | No segundo tempo, o [[Sporting]] entrou com a disposição de controlar o jogo, refreando o pendor atacante e apostando no contra-ataque, com excelentes jogadas de progressão em «tabelinhas». Quando o Esperança Viva viu um jogador ser expulso, os leões encontraram todos os espaços e fizeram o 5-1 (Ruca, aos 32) e o 6-1 (Madié, aos 33), numa espetacular jogada, no período mais forte de toda a partida, a que o epílogo foi uma grande penalidade falhada por Paulo Mendes, que rematou à figura do guarda-redes Filipe. O Esperança Viva ainda marcou por Berto Canal (42) e Rui Meireles (45), mas a quatro minutos do fim Manuel Jorge pôs ponto final na questão, com o sétimo golo leonino. |
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| | + | José Manuel Fernandes, auxiliado por Joaquim Rodrigues, do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Leiria, dirigiu o encontro. |
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| | + | O troféu foi entregue pelos dirigentes federativos Bílio Ribeiro e Lilo Ferreira e pelo Professor Lourenço, da Associação de Futebol de Lisboa; as medalhas diziam «Taça Nacional», o que se estranha, por o Título ter a designação de Campeonato Nacional. |
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| | + | No final do encontro Orlando Duarte considerou que o título foi consequência do trabalho de um ano e da união de todo o grupo; o Capitão, Paulo Mendes, há oito anos no [[Sporting]], falou de um jogo simples para os Leões, e Nuno Coelho, na sua primeira época como sénior, disse que o título foi um grande marco, apesar de ter sido expulso por acumulação de cartões. |
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Edição atual desde as 12h10min de 26 de outubro de 2026
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Época Futsal 1992/93
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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Municipal de Leiria
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Jornada: |
Final |
Público: |
3000
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Data: |
domingo, 11 de Julho de 19931993-07-11T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
José Manuel Fernandes e Joaquim Rodrigues (Leiria)
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História do jogo
No Pavilhão Municipal de Leiria, perante cerca de três mil espectadores, o Sporting sagrou-se campeão nacional de futebol de cinco, ao vencer o Esperança Viva, de Paredes, vencedor da Série A, por 7-3, num resultado que não deixa dúvidas sobre a justiça do triunfo.
Foi o primeiro ano do Campeonato Nacional sob a égide da Federação Portuguesa de Futebol, que sucedia à Taça Nacional, e o Sporting inscreveu o seu nome na lista de vencedores, no fim de uma temporada desgastante. Em Leiria estiveram muitos sportinguistas, sobretudo do Núcleo local, alguns elementos da «Torcida Verde» e um numeroso contingente de apoiantes do Esperança Viva, o que tornou o ambiente ainda mais quente.
O Sporting foi superior desde o início, com maior iniciativa atacante, e Paulo Mendes, na sequência de um livre direto, inaugurou o marcador aos 2 minutos, ganhando grande confiança. A superioridade leonina assentava numa maior consistência de jogo, numa superior capacidade técnica e tática e numa maior organização, bem patente nas jogadas de bola parada, trabalhadas em múltiplos esquemas, enquanto o Esperança Viva as deixava ao sabor da inspiração individual. Seguiram-se três golos nos primeiros quinze minutos, por Pedro Rodrigues (5), Pedro Miguel (6) e Paulo Henrique (12), alguns de bola parada, e só alguma displicência permitiu falhar mais golos certos. O Esperança Viva reduziu para 4-1, por Rui Quintas, aos 19 minutos, numa altura em que o Sporting estava reduzido a quatro elementos, em «triângulo», mas os Leões voltaram a ficar completos e não permitiram mais veleidades até ao intervalo.
Ao intervalo 1-4
No segundo tempo, o Sporting entrou com a disposição de controlar o jogo, refreando o pendor atacante e apostando no contra-ataque, com excelentes jogadas de progressão em «tabelinhas». Quando o Esperança Viva viu um jogador ser expulso, os leões encontraram todos os espaços e fizeram o 5-1 (Ruca, aos 32) e o 6-1 (Madié, aos 33), numa espetacular jogada, no período mais forte de toda a partida, a que o epílogo foi uma grande penalidade falhada por Paulo Mendes, que rematou à figura do guarda-redes Filipe. O Esperança Viva ainda marcou por Berto Canal (42) e Rui Meireles (45), mas a quatro minutos do fim Manuel Jorge pôs ponto final na questão, com o sétimo golo leonino.
José Manuel Fernandes, auxiliado por Joaquim Rodrigues, do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Leiria, dirigiu o encontro.
O troféu foi entregue pelos dirigentes federativos Bílio Ribeiro e Lilo Ferreira e pelo Professor Lourenço, da Associação de Futebol de Lisboa; as medalhas diziam «Taça Nacional», o que se estranha, por o Título ter a designação de Campeonato Nacional.
No final do encontro Orlando Duarte considerou que o título foi consequência do trabalho de um ano e da união de todo o grupo; o Capitão, Paulo Mendes, há oito anos no Sporting, falou de um jogo simples para os Leões, e Nuno Coelho, na sua primeira época como sénior, disse que o título foi um grande marco, apesar de ter sido expulso por acumulação de cartões.
Vídeos do jogo
Imagens do jogo
A Equipa do Sporting. Em cima: Sérgio Barroqueiro (GR), Madié, Manuel Jorge, Paulo Mendes (Capitão) e José Belo (GR). Em baixo: Ruca, Paulo Henriques, Pedro Rodrigues, Nuno Coelho, Pedro Miguel e Fernando Correia.
Ruca a disputar a bola
Nuno Coelho, Paulo Henriques e Madié