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| | + | Foi um êxito indiscutível, ainda que com uma expressão numérica algo exagerada, face à boa réplica do Parede, grupo da Costa do Estoril que mostrou uma capacidade técnica e tática de bitola elevada. |
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| | + | Os Leões chegaram ao intervalo com a magra vantagem, resultado que não traduzia as muitas oportunidades criadas por ambas as equipas: do lado leonino imperou alguma inépcia (um remate ao poste de Miguel Lourenço e uma ocasião desperdiçada por Marco Porto, completamente isolado), enquanto as situações falhadas pelos visitantes se deveram à enorme classe do guarda-redes José Belo. |
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| | + | No segundo tempo o Parede chegou ao empate, mas Hélder Amaral desfez a igualdade logo no minuto seguinte e lançou as bases do desnivelamento do marcador; Miguel Lourenço fez o 3-1, Hélder Amaral voltou a marcar, o Parede reduziu e o «patrão» Manuel Jorge fixou o 5-2. |
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| | + | Marcaram Hélder Amaral (3), Manuel Jorge e Miguel Lourenço. |
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| | + | A prestão do [[Sporting]] foi regular, com destaque para o rigor da sistematização defensiva, em que o «pressing» e a tentativa de cortar a linha de passe funcionaram em pleno; não foi brilhante nem espetacular, mas era o início da época e o adversário colocou entraves. A arbitragem não mereceu reparos e a mesa cronometrou os vinte minutos de cada parte sem falhas, tal como a nova regra dos livres diretos sem barreira a partir da quinta falta, que inibe a prática da infração: nos últimos sete minutos da primeira parte o [[Sporting]] não cometeu nenhuma, e os três livres diretos de que dispôs no segundo tempo foram marcados para além dos doze metros, sem concretização. |
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Edição atual desde as 12h41min de 30 de outubro de 2026
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Época Futsal 1996/97
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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Nave de Alvalade
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Jornada: |
2ª Jornada |
Público: |
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Data: |
sábado, 12 de Outubro de 19961996-10-12T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
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História do jogo
Na Nave de Alvalade, o Sporting venceu o Parede por 5-2, com uma constante determinação na procura da vitória, conjugada com uma exibição pautada pelo acerto e pela regularidade, as «traves-mestras» de um triunfo merecido.
Foi um êxito indiscutível, ainda que com uma expressão numérica algo exagerada, face à boa réplica do Parede, grupo da Costa do Estoril que mostrou uma capacidade técnica e tática de bitola elevada.
Os Leões chegaram ao intervalo com a magra vantagem, resultado que não traduzia as muitas oportunidades criadas por ambas as equipas: do lado leonino imperou alguma inépcia (um remate ao poste de Miguel Lourenço e uma ocasião desperdiçada por Marco Porto, completamente isolado), enquanto as situações falhadas pelos visitantes se deveram à enorme classe do guarda-redes José Belo.
Ao intervalo 1-0
No segundo tempo o Parede chegou ao empate, mas Hélder Amaral desfez a igualdade logo no minuto seguinte e lançou as bases do desnivelamento do marcador; Miguel Lourenço fez o 3-1, Hélder Amaral voltou a marcar, o Parede reduziu e o «patrão» Manuel Jorge fixou o 5-2.
Marcaram Hélder Amaral (3), Manuel Jorge e Miguel Lourenço.
A prestão do Sporting foi regular, com destaque para o rigor da sistematização defensiva, em que o «pressing» e a tentativa de cortar a linha de passe funcionaram em pleno; não foi brilhante nem espetacular, mas era o início da época e o adversário colocou entraves. A arbitragem não mereceu reparos e a mesa cronometrou os vinte minutos de cada parte sem falhas, tal como a nova regra dos livres diretos sem barreira a partir da quinta falta, que inibe a prática da infração: nos últimos sete minutos da primeira parte o Sporting não cometeu nenhuma, e os três livres diretos de que dispôs no segundo tempo foram marcados para além dos doze metros, sem concretização.
Vídeos do jogo
Imagens do jogo