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| | + | Na Nave de Alvalade, o [[Sporting]] não foi além de um empate a duas bolas com o Paredes, uma igualdade que é uma verdadeira injustiça face ao jogo jogado. |
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| | + | Não foi só a já estafante falta de pontaria a impedir a vitória: houve também muita infelicidade, pois, por mais de uma vez, a bola esbarrou estrondosamente nos postes da baliza adversária ou saiu caprichosamente ao lado, com o guarda-redes contrário a ver «a banda passar». Do lado oposto prevaleceram a experiência e a felicidade na concretização dos dois golos, já que, quanto à quantidade de oportunidades criadas, os visitantes ficaram atrás dos Leões. Foi, ainda assim, um excelente espetáculo, presenciado por numerosa assistência e complementado por uma boa arbitragem. |
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| | + | Orlando Duarte, ao optar por utilizar a juventude promissora que abunda na «oficina» de Alvalade, com Gonçalo Alves, Hugo Mauro e Pedro Costa a mostrarem um rol de potencialidades, deixou a ideia de que, perante a certeza de que o lugar mais alto do pódio era uma miragem, insistiria nos mais novos, proporcionando-lhes uma útil rodagem com vista ao futuro. Nuno Duarte marcou os dois golos leoninos. |
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Edição atual desde as 21h18min de 29 de outubro de 2026
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Época Futsal 1995/96
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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Nave de Alvalade
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Jornada: |
4ª Jornada - 2ª Fase |
Público: |
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Data: |
sábado, 15 de Junho de 19961996-06-15T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
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História do jogo
Na Nave de Alvalade, o Sporting não foi além de um empate a duas bolas com o Paredes, uma igualdade que é uma verdadeira injustiça face ao jogo jogado.
Não foi só a já estafante falta de pontaria a impedir a vitória: houve também muita infelicidade, pois, por mais de uma vez, a bola esbarrou estrondosamente nos postes da baliza adversária ou saiu caprichosamente ao lado, com o guarda-redes contrário a ver «a banda passar». Do lado oposto prevaleceram a experiência e a felicidade na concretização dos dois golos, já que, quanto à quantidade de oportunidades criadas, os visitantes ficaram atrás dos Leões. Foi, ainda assim, um excelente espetáculo, presenciado por numerosa assistência e complementado por uma boa arbitragem.
Orlando Duarte, ao optar por utilizar a juventude promissora que abunda na «oficina» de Alvalade, com Gonçalo Alves, Hugo Mauro e Pedro Costa a mostrarem um rol de potencialidades, deixou a ideia de que, perante a certeza de que o lugar mais alto do pódio era uma miragem, insistiria nos mais novos, proporcionando-lhes uma útil rodagem com vista ao futuro. Nuno Duarte marcou os dois golos leoninos.
Ao intervalo 0-1
Vídeos do jogo
Imagens do jogo