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Se o dito êxito não fere a chamada verdade desportiva, já a prestação não atingiu por vezes padrões elevados em determinados trechos do embate. Em particular, no sector defensivo, único responsável pelo par de tentos sofridos, sobretudo no segundo tempo, onde até parecia que se estava a convidar o emblema forasteiro a enfiar a bola nas redes confiadas ao categorizado Zé Belo.
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Edição atual desde as 20h55min de 29 de outubro de 2026

SCP logo 1945.jpg SPORTING 3 2 Portela FDJPortela.png
Época
Futsal 1995/96
  Competição: Campeonato Nacional Pavilhão: Nave de Alvalade
Jornada: 1ª Jornada - 2ª Fase Público:  
Data: quarta-feira, 05 de Junho de 1996 Árbitros: Arlindo Vieira e Carlos Guerra
Nome Primeiro amareloExpulso Bola-futsal.png Bola-futsal.png Primeiro amareloExpulso Nome
Equipas
Zé Belo          
Marco Reis          
Paulo Mendes          
Sérgio Rocha          
Lhé          
João Benedito          
Pedro Rodrigues   Marcou      
Nuno Neves          
Eduardo Miguel          
Manuel Jorge          
Gonçalo Alves          
Hélder Amaral   Marcou Marcou      
           
           
           
Treinadores
Orlando Duarte  

História do jogo

A estreia do grupo de trabalho sob as ordens de Orlando Duarte na fase final do campeonato, não poderia ter sido mais auspiciosa, com os -tri- campeões portugueses batendo, na Nave de Alvalade, a sempre difícil e incómoda formação do Portela, por 3-2.

Se o dito êxito não fere a chamada verdade desportiva, já a prestação não atingiu por vezes padrões elevados em determinados trechos do embate. Em particular, no sector defensivo, único responsável pelo par de tentos sofridos, sobretudo no segundo tempo, onde até parecia que se estava a convidar o emblema forasteiro a enfiar a bola nas redes confiadas ao categorizado Zé Belo.

A partida, em si, não foi agradável de seguir, face à avultada amostragem de cartões (amarelos e encarnados) saídos das algibeiras dos árbitros Arlindo Vieira e Carlos Guerra. Umas vezes com razão. Outras sem quaisquer motivos justificativos. O que, obviamente, desencadeou uma certa confusão e questiúnculas entre os jogadores, com os correspondentes reflexos negativos, na qualidade do jogo.

No apanhado geral, observou-se um equilíbrio competitivo, ou seja, cada contendor dispôs do seu quinhão de domínio territorial sucedendo-se os lances de perigo junto das duas áreas. Todavia, quem primeiramente festejou a alegria do golo foi o Sporting. Por intermédio de Hélder Amaral e através de uma soberba jogada individual. Minutos volvidos, o Portela chegou ao empate, aproveitando uma desatenção defensiva, na cobrança de um livre. Curiosamente foi na cobrança de um castigo idêntico que os Leões se adiantaram no «placard».

Porém – e sem que nada o fizesse prever – os visitantes voltaram a igualar os acontecimentos. Única e exclusivamente por culpa da defesa leonina, nada lesta a afastar a bola da área da sua jurisdição quando tinha a situação completamente controlada.

No entanto seria o Sporting a assegurar o triunfo, novamente por Hélder Amaral e repetindo o estupendo tecnicismo que selou a contabilização do tento inaugural.

Ao intervalo 1-1

Motivo de perplexidade neste jogo foi o facto de haver mais adeptos do Portela que do Sporting na Nave de Alvalade.

Vídeos do jogo

 

Imagens do jogo