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| | Ainda assim, o [[Sporting]] chegou, em sessenta segundos, ao 4-4 e falhou pouco depois o golo da vitória, numa prestação de «altos e baixos». Marcaram Paulo Mendes (2), Manuel Jorge e Hélder Amaral. O árbitro José Manuel Campos teve uma arbitragem medíocre, com excessiva prepotência para com o treinador e os dirigentes leoninos, tendo chamado, no final, a força policial para identificar o dirigente Melo Bandeira e o seccionista Francisco Barroqueiro, sem razão para isso. | | Ainda assim, o [[Sporting]] chegou, em sessenta segundos, ao 4-4 e falhou pouco depois o golo da vitória, numa prestação de «altos e baixos». Marcaram Paulo Mendes (2), Manuel Jorge e Hélder Amaral. O árbitro José Manuel Campos teve uma arbitragem medíocre, com excessiva prepotência para com o treinador e os dirigentes leoninos, tendo chamado, no final, a força policial para identificar o dirigente Melo Bandeira e o seccionista Francisco Barroqueiro, sem razão para isso. |
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| − | Este jogo acabou por se constituir na grande polémica da época, pela utilização irregular de um jogador do Parede o que originou mais tarde a atribuição da vitória ao Sporting por 3-0 tendo o Parede sido penalizado com falta de comparência. | + | NOTA: Este jogo acabou por se constituir na grande polémica da época, pela utilização irregular de um jogador do Parede o que originou mais tarde a atribuição da vitória ao Sporting por 3-0 tendo o Parede sido penalizado com falta de comparência. |
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Edição atual desde as 11h22min de 29 de outubro de 2026
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Época Futsal 1995/96
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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Nave de Alvalade
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Jornada: |
18ª Jornada |
Público: |
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Data: |
sexta-feira, 16 de Fevereiro de 19961996-02-16T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
José Manuel Campos
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História do jogo
Na Nave de Alvalade, pela segunda vez consecutiva e também em casa, o Sporting não foi além de um empate, desta feita a quatro bolas com o Parede, um resultado que o fez perder a liderança da tabela: em seis pontos possíveis, os comandados de Orlando Duarte amealharam apenas dois.
Os Leões só estiveram próximos do seu nível nos primeiros quinze minutos, coroados com dois golos sem resposta; a partir daí tudo mudou, com uma série de infelicidades: o primeiro golo do Parede surgiu de uma falha de marcação de Paulo Mendes, o segundo de um autogolo de Nuno Neves, os visitantes passaram para a frente por desatenção do guarda-redes José Belo, que permitiu a escapada do adversário, e o quarto golo nasceu de um mortífero contra-ataque, com os Leões balanceados no ataque na tentativa de recuperarem o atraso.
Ainda assim, o Sporting chegou, em sessenta segundos, ao 4-4 e falhou pouco depois o golo da vitória, numa prestação de «altos e baixos». Marcaram Paulo Mendes (2), Manuel Jorge e Hélder Amaral. O árbitro José Manuel Campos teve uma arbitragem medíocre, com excessiva prepotência para com o treinador e os dirigentes leoninos, tendo chamado, no final, a força policial para identificar o dirigente Melo Bandeira e o seccionista Francisco Barroqueiro, sem razão para isso.
NOTA: Este jogo acabou por se constituir na grande polémica da época, pela utilização irregular de um jogador do Parede o que originou mais tarde a atribuição da vitória ao Sporting por 3-0 tendo o Parede sido penalizado com falta de comparência.
Vídeos do jogo
Imagens do jogo