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| | + | Foi um dia atribulado: um acidente engarrafou a autoestrada do Norte, houve um furo no autocarro perto de Minde e os jogadores ainda nem tinham almoçado; recorreu-se ao aluguer de duas carrinhas, uma das quais, com o treinador, o delegado e os dez jogadores escalados, chegou ao pavilhão cinco minutos antes do início. Segundo o diretor da secção, Carlos Vaz, houve jogadores que entraram em campo só com uma sandes e um sumo no estômago, mas que lutaram até à exaustão e mereceram a alegria indescritível que viveram no fim. |
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| | + | Chegados aos 2-0, os Leões pareciam ter o caminho desimpedido para um triunfo dilatado, mas um erro do árbitro concedeu aos anfitriões a possibilidade de reduzir, num golo precedido de irregularidade, com um puxão de camisola sobre um jogador leonino. |
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| | Ao intervalo 1-2 | | Ao intervalo 1-2 |
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| − | Com esta vitória o [[Sporting Clube de Portugal|Sporting]] conquistou pela terceira vez consecutiva o título nacional de futebol de cinco da 1ª Divisão.
| + | No recomeço o Coimbrões surgiu particularmente motivado e empatou, discutindo o domínio do jogo de igual para igual e contribuindo para o dramatismo que se foi adensando em redor das quatro linhas. As ordens do treinador, para marcar em cima e procurar o ataque, resultaram em cheio, e o golo da vitória surgiu nos últimos minutos, por Lhé, que marcou dois golos; o outro foi de Paulo Mendes. |
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| | + | À noite, a comitiva foi obsequiada com um jantar, entre grande ambiente leonino. |
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Edição atual desde as 12h20min de 28 de outubro de 2026
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Época Futsal 1994/95
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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de Vila Nova de Gaia
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Jornada: |
9ª Jornada da Fase Final |
Público: |
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Data: |
sábado, 27 de Maio de 19951995-05-27T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
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História do jogo
No pavilhão de Gaia, o Sporting conquistou o seu terceiro título nacional consecutivo, a uma jornada do fim da fase final, ao vencer o Coimbrões por 3-2.
Foi um dia atribulado: um acidente engarrafou a autoestrada do Norte, houve um furo no autocarro perto de Minde e os jogadores ainda nem tinham almoçado; recorreu-se ao aluguer de duas carrinhas, uma das quais, com o treinador, o delegado e os dez jogadores escalados, chegou ao pavilhão cinco minutos antes do início. Segundo o diretor da secção, Carlos Vaz, houve jogadores que entraram em campo só com uma sandes e um sumo no estômago, mas que lutaram até à exaustão e mereceram a alegria indescritível que viveram no fim.
Chegados aos 2-0, os Leões pareciam ter o caminho desimpedido para um triunfo dilatado, mas um erro do árbitro concedeu aos anfitriões a possibilidade de reduzir, num golo precedido de irregularidade, com um puxão de camisola sobre um jogador leonino.
Ao intervalo 1-2
No recomeço o Coimbrões surgiu particularmente motivado e empatou, discutindo o domínio do jogo de igual para igual e contribuindo para o dramatismo que se foi adensando em redor das quatro linhas. As ordens do treinador, para marcar em cima e procurar o ataque, resultaram em cheio, e o golo da vitória surgiu nos últimos minutos, por Lhé, que marcou dois golos; o outro foi de Paulo Mendes.
À noite, a comitiva foi obsequiada com um jantar, entre grande ambiente leonino.
Vídeos do jogo
Imagens do jogo