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| | + | Na Nave de Alvalade, o [[Sporting]] venceu o Coimbrões por 3-0 e passou a comandar isolado a fase final, só com vitórias, com o adversário a três pontos de distância. |
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| | + | Marcar um golo logo na primeira jogada é um ótimo incentivo, e os Leões, que inauguraram o marcador aos 15 segundos, por Pedro Rodrigues, não o desprezaram: adquiriram confiança, tomaram as rédeas do encontro e procuraram ampliar. O Coimbrões, de Vila Nova de Gaia, nunca se remeteu a uma posição de subalternidade: com um bom guarda-redes, Paulo Marcos, trocando a bola sempre em sentido progressivo e criando por vezes situações de perigo iminente, não deu aos Leões um minuto de sossego, ainda que o maior caudal de domínio e de ocasiões tenha pertencido ao [[Sporting]]. O segundo golo surgiu por volta dos 8 minutos, após uma triangulação entre Pedro Rodrigues, Pedro Antunes e Lhé, com este a marcar um golo espetacular. |
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| | + | Ao intervalo 2-0 |
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| | + | Depois do intervalo a fisionomia do jogo não sofreu alterações de vulto: houve muitas oportunidades para os dois lados, mas os Leões mostraram um desacerto na finalização, sobretudo nas perdidas de Marco Reis, Daniel Dias e Vítor Vilarinho, com a baliza praticamente escancarada, até que Nuno Silva, solicitado por Lhé, fixou o 3-0 já perto do fim. Destaque para José Belo, Paulo Mendes e Pedro Rodrigues. A arbitragem foi regular, lamentando-se que não tenham sido punidas as entradas mais duras da defesa nortenha. |
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Edição atual desde as 12h01min de 28 de outubro de 2026
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Época Futsal 1994/95
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Competição:
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Campeonato Nacional
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Pavilhão:
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Nave de Alvalade
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Jornada: |
4ª Jornada - Fase Final |
Público: |
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Data: |
sábado, 29 de Abril de 19951995-04-29T{{{4}}}:{{{5}}} |
Árbitros: |
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História do jogo
Na Nave de Alvalade, o Sporting venceu o Coimbrões por 3-0 e passou a comandar isolado a fase final, só com vitórias, com o adversário a três pontos de distância.
Marcar um golo logo na primeira jogada é um ótimo incentivo, e os Leões, que inauguraram o marcador aos 15 segundos, por Pedro Rodrigues, não o desprezaram: adquiriram confiança, tomaram as rédeas do encontro e procuraram ampliar. O Coimbrões, de Vila Nova de Gaia, nunca se remeteu a uma posição de subalternidade: com um bom guarda-redes, Paulo Marcos, trocando a bola sempre em sentido progressivo e criando por vezes situações de perigo iminente, não deu aos Leões um minuto de sossego, ainda que o maior caudal de domínio e de ocasiões tenha pertencido ao Sporting. O segundo golo surgiu por volta dos 8 minutos, após uma triangulação entre Pedro Rodrigues, Pedro Antunes e Lhé, com este a marcar um golo espetacular.
Ao intervalo 2-0
Depois do intervalo a fisionomia do jogo não sofreu alterações de vulto: houve muitas oportunidades para os dois lados, mas os Leões mostraram um desacerto na finalização, sobretudo nas perdidas de Marco Reis, Daniel Dias e Vítor Vilarinho, com a baliza praticamente escancarada, até que Nuno Silva, solicitado por Lhé, fixou o 3-0 já perto do fim. Destaque para José Belo, Paulo Mendes e Pedro Rodrigues. A arbitragem foi regular, lamentando-se que não tenham sido punidas as entradas mais duras da defesa nortenha.
Vídeos do jogo
Imagens do jogo